Nem sempre se tem a capacidade ou a coragem de falar do que se sente, do que nos inquieta, do que nos magoa, do que nos preocupa ou do que nos entristece. São exactamente nesses momentos que se deve dar a conhecer à outra pessoa o que nos vai na alma, partilhar o acelerado coração revelando um gesto de tremenda confiança, o qual pode apenas ser correspondido com compreensão...
sexta-feira, 29 de outubro de 2010
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